Cachoeiras Palmital e João Fernandes no ParnaCipó

 

Cachoeira do Palmital

 

Cachoeira João Fernandes


Atrativos especiais da região da Bocaina no ParnaCipó, as Cachoeiras do Palmital e João Fernandes são duas quedas bem próximas e localizadas numa mesma família de cursos d'água. Enquanto a Palmital se encontra no córrego de nome homônimo; a João Fernandes encontra-se no Ribeirão Gavião; um afluente do Palmital.

Sacramentando o parentesco, ambas se encontram em posições parecidas num platô superior e interior à Serra da Bandeirinha. De aspecto muito parecido, são quedas importantes que se somam a essa região já marcada pelas conhecidas e mais visitadas Gavião, Andorinhas e Tombador, todas localizadas na porção inferior do Vale da Bocaina.

Após vários anos retornei à essas cachoeiras em companhia do nosso amigo Polar. Tempo suficiente para outra vez comprovar o quão estas cachoeiras são bonitas; e mais que isto; o quanto são necessárias ao que intitulam "cardápio de atrativos" do Parque Nacional...

Relato


Passava das 7h00 do dia 29 de junho quando desembarcamos na (até quando) inacabada Portaria do Retiro do ParnaCipó. A viagem da ida desde BH fora rápida e tranquila e estávamos animados com essa pernada. Sem pressa ajeitamos as tralhas e beirava 7h40 quando somente com ataques nos pusemos em marcha, despedindo do vizinho guarda da Portaria.

Sob papo animado a pernada rendeu. Prosseguiu sem alterações pela vicinal até o Bambuzal, conhecido acesso à Cachoeira Farofa de Cima. Após tornou-se mais interessante, pois de vicinal migramos para uma trilha propriamente dita, mesmo que ampla e sinalizada. Nesta prosseguimos até o acesso à Cachoeira da Andorinha; aonde chegamos próximo às 9h00.

Até ali fizemos o conhecido caminho misto, amplo e sinalizado que segue praticamente em nível, passa pelo Bambuzal e conduz para as três principais cachoeiras do Vale da Bocaina - Tombador, Gavião e Andorinha; dentre outras menos badaladas.

Vários desconhecem, ou não se atentam a esses detalhes, mas este é também o local exato do encontro do Ribeirão Capão da Mata, o formador da Tombador; que absorve também as águas do Ribeirão Congonha, formador da Congonhas e Gavião; com o Ribeirão Palmital ou Bocaina, formador da Palmital e Andorinha; que por sua vez absorve o Gavião, formador da João Fernandes e Retiro Velho. 

Havia um bom tempo não percorria as velhas trilhas da margem esquerda do Capão. Era bem certo que até pouco tempo estar por ali era sinônimo de aborrecimentos. Mas na esperança de novos tempos sem delongas cruzamos o Ribeirão do Capão pulando as rochas. Fazia um dia muito bonito, clima ideal para uma pernadinha.

Cruzado o ribeirão caminhamos no rumo Leste em suave aclive por uns 100 metros. Percorríamos a velha e desgastada trilha pela margem esquerda do Capão. Demos então uma pequena guinada para o sul, iniciando trecho em aclive acentuado, com trilhas bem desgastadas.

Sem demora tomamos o sentido Sudeste prosseguindo em forte aclive. Pouco antes das 10h00 chegamos ao primeiro e amplo mirante, com bonita vista para todo o vale da Bocaina e Travessão à leste. Para os lados Oeste e Sul as belas e movimentadas paisagens do ParnaCipó.

 

A inacabada Portaria do Retiro:
Será que um dia ficará pronta?

 

Subindo pós Córrego do Capão
Vista Oeste pro Vale da Bocaina

 

Vista do encontro Palmital-Gavião:
Ali naquele corte escuro e adjacências
se forma a Retiro Velho

 

Vista do Palmital. Naquelas pequenas
quedas fizemos uma parada. Logo acima,
tendendo esquerda está o Poço Preto
Mantendo o sentido iniciamos suave declive. Observamos à nossa direita o leito do Palmital no encontro com o Gavião lá embaixo, junção que forma a Cachoeira do Riacho Velho. A linda paisagem nos tomou um tempo, sobretudo as amarelas canelas de ema. Lindas!

Seguimos pela trilha que cortou alguns sinais de acampamento e fomos nos aproximando do leito do Ribeirão do Palmital; onde chegamos pouco após 10h00.

Este é um trecho muito bonito. O ribeirão forma pequenas quedas e rasos poços; um lugar propício para horas infinitas de ócio. Fizemos uma boa parada por ali para um lanche e bisbilhotar o trecho.

Uma meia hora depois retomamos a pernada prosseguindo em aclive pela velha da margem direita do Palmital. A vegetação arbustiva aliada ao apertado terreno dos arredores escondem recantos magníficos. É o caso do Poço Preto, que alguns chamam de Cachoeira do Drumond; onde chegamos em 10 minutos de caminhada.

Trata-se de um grande, profundo, escuro e bonito poço alimentado por uma queda única de uns 5 metros do Palmital. É tão peculiar que até a vegetação nos arredores é mais viçosa, graúda e úmida. É um lugar espetacular! Evidente que paramos um tempo para admiração. Fomos rodeando o poço pela esquerda e ascendemos até a parte superior da queda. Magnífico!

Do topo do Poço Preto optamos por seguir pelo leito rochoso por uns 25 metros. É um trecho agradável e logo à frente o Palmital tem suas águas espremidas pelas rochas, formando singela queda. Por ali fizemos novamente outra parada!

 

Quedas pro ócio no Palmital

 

Poço Preto

 

Queda acima do Poço Preto

 

Poço Preto invertido
Pouco depois das 11h30 retomamos a pernada percorrendo as grandes rochas da margem esquerda. Nesse trecho a antiga trilha se misturou e se perdeu em meio as rochas, modos que seguimos pela margem escolhendo as melhores passagens. Cruzamos o leito junto a uma pequena queda e interceptamos a continuação da trilha na margem direita do Palmital.

Percorremos um trecho de campo em nível e já foi possível observar parcialmente a Palmital no paredão bem à nossa frente. Linda imagem! A trilha nos levou novamente a aproximarmos do Palmital. Cruzamos outra vez o Ribeirão.

Na margem esquerda ignoramos a saída Sul que leva para a João Fernandes. Tomamos o rumo da Palmital. Passamos por uma ampla área com sinais de acampamento e prosseguimos pela velha trilha na margem esquerda junto à matinha ciliar.

A velha trilha nos levou até o leito do Palmital, quando demos de cara com uma ágil e arisca serpente. Prosseguimos pulando rochas e pontualmente ao meio dia botamos os pés na belíssima Cachoeira do Palmital.

A Cachoeira do Palmital possui aproximadamente 25-30 metros de altura, despencando de um alongado paredão rochoso característico do Espinhaço. Seu poço não é grande, porém apresenta boa profundidade. Voltada para o Oeste recebe boa luz solar a partir das 10-11h. Seus arredores apresentam viçosa matinha ciliar, como é comum nos microclimas desses ambientes. É um conjunto preservado e muito bonito; talvez o mais belo dessa banda do ParnaCipó.

 

A Palmital no paredão ao fundo

 

A Palmital no paredão ao fundo

 

Palmital e paredão

 

Palmital
Permanecemos na Palmital por pouco mais de meia hora. Enquanto descansava o Polar foi dar uma lavada nos pé. Depois ainda sobrou tempo para umas dicas polarísticas de fotografias,,,

Como ainda iríamos na João Fernandes, deixamos a Palmital e retornamos até a bifurcação de acesso, cá próximo aonde havia sinais de acampamento. Às 12h50 mais ou menos tomamos a trilha no sentido Sul rumo a Cachoeira João Fernandes.

Inicialmente em suave aclive a velha trilha encontrava-se quase apagada em meio ao capim. Ao se nivelar a trilha se dividiu em duas; mas tanto faz. Cruzamos uma cerca velha e seguimos pelo trilho discreto.

Em suave aclive observamos à nossa direita e a uns 200 metros o que um dia pareceu ser o lugar de uma ocupação. Cruzamos uma área úmida e logo adentramos numa capoeira. Trecho bem sujo, a velha trilha foi rasgando o mato. A vegetação alta seguiu nos cutucando e incomodando bastante.

Uns 200 metros adiante saímos em campo aberto na altura em que normalmente se busca o Poço da Areia à direita. Trata-se de um ponto muito bonito localizado no Ribeirão Gavião, porém em platô inferior.

Prosseguimos na velha trilha. Pouco adiante passamos ao lado de um bambuzeiro; resquício de antiga ocupação. A vista geral pelo trecho não é ampla e desimpedida devido a encosta mais elevada à Oeste.

Aproximadamente mais uma centena de metros e nos aproximamos de uma cerca e resto de um curral de pedras. Dali percorremos curto trecho de trilha velha em área de campos tendendo a Leste e aproximamos do leito do Ribeirão Gavião.

A Cachoeira já era parcialmente vista e ouvida no paredão poucos metros adiante. Descemos um lance erodido entre rochas e atingimos o leito do Ribeirão Gavião. Seguimos pelas margens no interior da matinha ciliar. Pouco depois das 13h30 chegamos na Cachoeira João Fernandes. 

 

Paredão da João Fernandes

 

Detalhe da João Fernandes

 

Amiga bonita

 

Retornando, região da Palmital

A Cachoeira João Fernandes é parecida com a Palmital em vários aspectos: altura; dimensão do poço e vegetação dos arredores. Diferencia um pouco a posição específica da queda no paredão; junto a uma cava natural. Isto faz com que a luz do sol cubra a queda somente após meio dia, aproximadamente. Talvez por isso muitos a chamam também de Polar, pois suas águas são geladas. Mas tudo isso só a deixa ainda mais bonita e bem próxima do natural.

Permanecemos mais tempo por lá que na Palmital. Tempo pra encher as panças, descansar e curtir. Um lugar tão preservado sempre vale a dedicação. A queda estava com pouco volume e isto passava um clima de tranquilidade sem igual. Como isto nos faz bem!

Somente após 15h15 iniciamos o retorno da João Fernandes. Os planos incluía uma ida ao Poço da Areia localizado no mesmo curso da João Fernandes. Mas dado ao adiantado da hora deixamos pra outra ocasião. Com o sol no rosto seguimos retorno pelo mesmo trajeto da ida. 

Na altura da saída para o Poço da Areia por pouco não passei as canelas numa jararaca. Polar que vinha na sequência deu o alerta e eu um pulo! Estava lá, junto à velha trilha a bonita serpente. Foi quase! Deixamos a bonita no lugar e seguimos rapidamente trilha adiante. Beirando 16h00 estávamos novamente no acesso à Palmital.

Retornando: Mirante para o Travessão
Foto: Al Polar


Dali despencamos trilha abaixo! No trajeto parada apenas para alguns outros cliques e rápidas contemplações dos recantos. Paradinha somente no Mirante já depois de cruzado o Palmital. Aquela tarde de sol estava linda, realçando os paredões pros lados do Travessão. Papo bom, alegria do retorno e às 17h20 estávamos novamente no encontro do Córrego do Capão da Mata com o Palmital. 

Rápida pausa apenas para abastecimento e pé na trilha. Seguimos agora pelo amplo e àquela altura cansativo caminho do Vale da Bocaina. O rendimento foi caindo e somente após 18h30 botávamos novamente os pés na eterna inacabada Portaria Retiro do ParnaCipó.

Sem pressa ajeitamos as tralhas e fizemos uma boa hora de descanso ali na Portaria. Beirava 20h00 quando caímos na estrada para BH. Na rodovia na altura de São José da Serra um susto grande, quando um homem aparentemente embriagado avançou desordenadamente estrada adentro; obrigando o Polar a fazer uma manobra inesperada. De resto tudo perfeito! Próximo das 21h30 já estávamos em BH.

Foi uma pernada perfeita para matar saudades e agitar os cambitos; afinal num é todo dia que se caminha 28 km! E mais uma vez foi suficiente para comprovar o quão a Palmital e João Fernandes são significativas para o ParnaCipó. Indispensáveis! Agradecido ao Polar pelo convite e pela alegre e proveitosa companhia. Inté!

Serviço


Localizadas no Parque Nacional da Serra do Cipó, as Cachoeiras Palmital e João Fernandes são duas jóias daquela Unidade de Conservação. Podem ser consideradas gêmeas por estarem num mesmo grupo de cursos d'água e apresentarem semelhanças diversas, como proporção de queda e poço; além de mata ciliar. Estão num platô elevado ao Norte da Serra da Bandeirinha; ambas na banda esquerda do Córrego do Capão.

O Córrego do Capão é um curso d'água muito conhecido por rasgar o Vale no sentido Leste-Oeste; uma espécie de continuidade do corte do Travessão. É nesse vale que estão as cachoeiras do Gavião e Tombador. O Capão vem a desaguar no Palmital (ou Bocaina); que ao se juntar adiante com o Mascate formará o Rio Cipó.

A Cachoeira do Palmital é formada pelas águas do Córrego Palmital (ou Bocaina) e a Cachoeira João Fernandes é formada pelas águas do Córrego do Gavião, que é afluente do Palmital. Aliás, o Córrego do Palmital é pródigo em poços e quedas. É também nesse curso que se formam as quedas do Poço Preto e Andorinhas; dentre várias outras menores e pagãs. Já no Gavião além de outros menores destaca o Poço da Areia. A Retiro Velho está na junção Palmital-Gavião.

A Palmital apresenta queda de aproximadamente 25-30 metros, bom poço e pequena, porém viçosa mata ciliar nos arredores. Despenca de um bonito paredão voltado para o Oeste, fator que favorece a luminosidade nos períodos mais quentes do dia. A mesma descrição pode ser aplicada à João Fernandes. 

O acesso a estas cachoeiras se dá através da Portaria do Retiro do ParnaCipó; prosseguindo até a altura do encontro do Capão com o Palmital, já bem próximo à conhecida Cachoeira do Gavião. Nesse ponto o trajeto muda de margem. Através de uma velha e desgastada trilha toma rumo Sudeste subindo a encosta do interior.

O velho acesso ao margear o leito do Córrego Palmital, além de vários poços e pequenas quedas destaca-se o Poço Preto, um grande e profundo poço que guarda ares misteriosos. A partir desse ponto já se aproxima da Cachoeira do Palmital, que está encravada no primeiro paredão acima.

Já a João Fernandes se atinge pela continuação da trilha a partir da Cachoeira do Palmital; porém no rumo Sul. Da Palmital até a João Fernandes são aproximadamente 2,5 km com baixa variação altimétrica, porém velha, suja e desgastada trilha.

Distâncias aproximadas


Belo Horizonte - Distrito da Serra do Cipó: aprox 100 km (asfalto)
Distrito da Serra do Cipó à Portaria do Retiro: aprox 2 km (calçamento)
Portaria Retiro a Cachoeira Palmital: aprox 11 km 
Cachoeira Palmital a Cachoeira João Fernandes: aprox 3 km
Portaria Retiro - Palmital - João Fernandes - Portaria Retiro: aprox 28 km

Como chegar e voltar - de ônibus

Cidade referência: Belo Horizonte

Viação Saritur ou Viação Serro até o Distrito da Serra do Cipó → Desembarcar próximo ao miolo do Distrito → Seguir à pé até a Portaria do Retiro do ParnaCipó

► A volta é através do mesmo trajeto e pelas mesmas empresas de ônibus. Lembre-se que desembarque e embarque se darão na rodovia MG 10, Distrito da Serra do Cipó. Ônibus não chega até a Portaria do Retiro do ParnaCipó.
► Confira frequências e horários nas empresas de ônibus.

Como chegar e voltar - de carro

Cidade referência: Belo Horizonte

Rodovia MG 10 até o Distrito da Serra do Cipó → Seguir até a Portaria do Retiro do ParnaCipó

► A volta é pelo mesmo trajeto.
► Há estacionamento na área da Portaria do Retiro do ParnaCipó. 

Considerações finais


► Unidade de Conservação - Parque Nacional da Serra do Cipó. O Parque não oferece sistema de reservas, cobrança de ingresso, pernoite ou cobrança de uso de trilhas; pois não há infraestrutura implantada. Quando visitamos unidades que se encontram nessas condições é recomendável que mantenhamos contato com a Unidade e avisemos das nossas intenções. É importante que a Unidade tenha ciência de quem está caminhando pelas terras do Parque, pois isto poderá ser orientado; além de gerar estatísticas, estudos e melhorias.
Contatos do ParnaCipó: 31  3718-7469 | E-mail parna.serradocipo@icmbio.gov.br

► Trilhas e Trajeto: Predomina o sentido Oeste-Leste-Sudeste.. Sombreamento em aproximadamente 5% do trajeto. Trecho com estradinhas vicinais entre a Portaria do Retiro e o Bambuzal. Entre o Bambuzal e o encontro do Córrego do Capão-Palmital trecho com trilhas amplas e sinalizadas. Ambos trechos iniciais praticamente em nível. A partir do Córrego do Capão trilha antiga, desgastada, erodida, suja e confusa em alguns pontos. Há também curtos trechos ausentes de trilhas. Há pontos com trilhas se cruzando e algumas bifurcações, requerendo atenção na navegação. Predominam subidas, algumas íngremes e alongadas.Há córregos a cruzar.

► Experiência em Trekking: Não vá solo realizar essa trilha, em especial se apresentar pouca experiência em Trekking. O trajeto a partir do Córrego do Capão requer conhecimentos e dedicação. A distância ida e retorno totalizam aproximadamente 28 km. É uma distância considerável para ser percorrida em um único dia; e ainda curtir os atrativos. Portanto, optando em visitar os atrativos iniciar sempre no primeiro horário.

► Logística de Acesso: Início e final na Portaria do Retiro do ParnaCipó. É possível chegar ao local de automóvel ou de ônibus; nesse caso complementando à pé. Acessos asfaltados ou com calçamento.

► Camping - Estrutura: (Infelizmente) Não há estrutura de camping no ParnaCipó. Todo atrativo deve ser visitado em um único dia. Não há estabelecimentos comerciais no ParnaCipó. 

► Água: Há pontos de água pela rota, sendo bem distribuídos por todo o trecho. Inicie sempre abastecido e use purificador!

► Exposição ao Sol: Intensa. Use protetor solar.

► Época de realização: O melhor período para realização é de abril a setembro; que é a época mais seca na região. Porém é quando as águas das cachoeiras estão mais geladas e em menor volume; bem como as fontes de água escasseiam. Mas é mais seguro, uma vez que sob chuva forte a rota se inviabiliza, pois há córregos e rios importantes a serem cruzados.

► Segurança: A qualquer ponto deve-se retornar até a Portaria do Retiro do ParnaCipó. Tenha em mente que em circunstâncias adversas os deslocamentos podem ser longos. Não há estrutura de busca e resgate seja no ParnaCipó ou nos arredores. Não há sinal de telefonia celular pela rota; nem obviamente terminais telefônicos.

►Segurança: Ao praticar Trekking prefira utilizar calças compridas e camisetas com mangas longas. Isto oferece maior proteção frente à vegetação e eventuais insetos; além de minorar a ação do sol.

► Atenção: Ambientes naturais abrigam insetos e animais selvagens ou peçonhentos. Isto é natural; é normal. Portanto, seja ao caminhar ou ao assentar esteja sempre atento. Ao manusear vestuário e equipamentos verifique com atenção se não há presença desses animais ou insetos. Também esteja atento quanto a presença de animais selvagens de grande porte; evitando assustá-los.

► Cash: no Distrito da Serra do Cipó aceitam-se dinheiro e cartões.

► Carta Topográfica: Baldim


► Pratique a atividade aplicando os Princípios de Mínimo Impacto

Bons ventos!

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